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Avaliação da extrusão apical de debris durante instrumentação ultra-sônica versus rotatória
Evaluation of apical extrusion of debris during ultrasonic versus rotary instrumentation 

Karolline Rodrigues Araquam a
Maria Leticia Borges Britto b,c
Cleber Keiti Nabeshima a,c

a Curso de Especialização em Endodontia, Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, SP, Brasil
b Disciplina de Endodontia, Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, SP, Brasil
c Programa de Pós-Graduação em Ciência Odontológica/Endodontia, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil

 

Resumo

Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a extrusão de debris durante a instrumentação rotatória versus ultra-sônica.
Metodologia: A amostra constituiu-se de 20 pré-molares inferiores. Para coleta do material extruído apicalmente durante a instrumentação endodôntica, foram fixados recipientes de resina acrílica na superfície externa das raízes. Todos os dentes tiveram seus terços cervical e médio preparado com brocas Gates-Glidden. Após odontometria, a instrumentação apical foi realizada com sistema ultra-sônico ou sistema rotatório (n=10/grupo). Os recipientes foram pesados antes e após a instrumentação e a diferença foi considerada a quantidade de material extruído. Os dados foram analisados por teste de Mann-Whitney, ao nível de significância de 0,05.
Resultados: Houve grande variabilidade de quantidade de material extruído para ambas as técnicas de instrumentação, com valores de 0,0009 a 0,0860g. Não houve diferença estatisticamente significante entre os dois grupos (P>0.05).
Conclusão: De acordo com os resultados obtidos pode-se concluir que ambas as técnicas de instrumentação testadas, com ultra-som ou sistema rotatório, apresentaram extrusão apical de debris, em quantidade semelhante.

 Palavras-chave: Preparo de canal radicular; ápice dentário; resíduos

 Abstract

Purpose: The aim of this study was to compare the apical extrusion of debris during rotary versus ulrasonic instrumentation of root canals.
Methods: The sample comprised 20 mandibular premolars
with similar length. To collect the extruded material during endodontic instrumentation, acrylic resin containers were fixed on the root external surfaces. All teeth were prepared with Gates-Glidden drills at the cervical and middle thirds of the root canal. Root canal instrumentation was accomplished using ultrasonic or rotary systems (n=10/group) according to the estabilished work length. The resin containers were weighed before and after instrumentation, and the weight difference was considered the amount of extruded material. Data were analyzed by Mann-Whitney test, at a 0.05 level of significance.
Results:
Both instrumentation techniques showed large variability of amount of extruded material with values ranging from 0.0009 to 0.0860g. No significant difference was found between the two experimental groups (P>0.05).
Conclusion:
It can be concluded that ultrasound or rotary systems, showed similar apical extrusion of debris during root canal instrumentation.

Key words: Root canal preparation; tooth apex; waste products 

 

Introdução

No tratamento endodôntico destaca-se a fase de preparo químico-cirúrgico, a qual objetiva a correta sanificação e modelagem do canal radicular. Esta fase pode se tornar complexa frente a dentes com curvaturas acentuadas, nos quais são comuns iatrogenias e acidentes. As técnicas e os instrumentos utilizados têm apresentado grande evolução tecnológica, melhorando a qualidade do preparo e o tempo de trabalho. Relata-se a eficácia dos aparelhos ultra-sônicos para melhorar a remoção de dentina das paredes do canal radicular, destacando-se a irrigação eficaz no interior do canal radicular. Por exemplo, Costa et al. (1) utilizando microscopia eletrônica de varredura, verificaram que a instrumentação ultra-sônica permitiu maior remoção do "magma" dentinário e, consequentemente, maior eficácia na limpeza do canal radicular do que a instrumentação manual.

Por sua vez, a instrumentação mecanizada através de limas rotatórias tem tido grande destaque na atualidade, promovendo preparos relativamente uniformes de forma proporcional ao formato original, principalmente em casos de curvatura acentuada, devido à alta flexibilidade dos instrumentos de níquel titânio. Por exemplo, Zmener et al. (2) compararam a instrumentação ultra-sônica com limas tipo K, limas ProFile ® acionadas por motor de alto torque e limas tipo K manual com movimentos de limagem, em canais radiculares simulados curvos. Os resultados mostraram que as limas ProFile ® promoveram um canal mais centrado e preparações mais cônicas enquanto o preparo com ultra-som mostrou frequente alteração na curvatura original e transporte em diferentes níveis.

Apesar dos avanços tecnológicos incorporados na Endodontia, destaca-se atualmente a problemática da extrusão apical de debris durante a instrumentação, que pode causar reações inflamatórias periapicais, gerando dor ao paciente e até mesmo dificuldade na cicatrização. A literatura relata que as técnicas de instrumentação resultam em diferentes quantidades de material extruído. Vansan (3) comparou a quantidade de material extruído apicalmente, durante a instrumentação de canais radiculares através de quatro técnicas de instrumentação, convencional, crown-down, step preparation e ultra-sônica, observando a ocorrência de extrusão de material através do forame apical dos dentes em todas as técnicas estudadas. Por sua vez, com a linha dos instrumentos rotatórios, Lopes et al. (4) compararam a quantidade de material extruído incisivos centrais superiores, utilizando-se das técnicas escalonada, movimentos oscilatórios e sistema ProFile 0,04 e série 29 acionado a motor. Em todas as técnicas empregadas ocorreu extrusão de material, sendo que o sistema ProFile 0,04 promoveu menor quantidade de extrusão. Já Diblasi et al. (5) observaram extrusão similar de debris em incisivos laterais superiores instrumentados pelas técnicas step down, ProFile® e K3®.

Diante destes achados controversos na literatura, a proposta deste estudo in vitro foi avaliar a quantidade de extravasamento apical de debris durante a instrumentação de canais radiculares realizada com o sistema ultra-sônico e com o sistema rotatório Pro Taper®.

  

Metodologia

O projeto de pesquisa foi aprovado pelo comitê de ética da Universidade Cruzeiro do Sul (Protocolo 058/06). Foram utilizados 20 pré-molares inferiores, com um conduto e anatomia similar, que tiveram cirurgia de acesso realizada com broca esférica de pescoço longo e Endo Z, e seus terços cervical e médio preparados com brocas Gates Glidden 1 e 2. Realizou-se a odontometria visual, estabelecendo-se o limite de 1mm aquém do forame anatômico. Para coletar o material extruído apicalmente durante a instrumentação foram confeccionados 20 recipientes com resina acrílica quimicamente ativada, os quais foram fixados na superfície externa das raízes com cera (Fig. 1). Os dentes foram divididos aleatoriamente em dois grupos de acordo com a técnica de instrumentação: ultra-som ou sistema rotatório.

fig6
Fig. 1.
Recipiente de resina acrílica fixado à raiz para coletar o material extruído apicalmente durante a instrumentação do canal.

A instrumentação ultra-sônica foi realizada através do aparelho Profi III Bios® (Dabi Atlante, Ribeirão Preto, SP, Brasil) na potência máxima, com abundante irrigação com hipoclorito de sódio a 0,5% (Fórmula & Ação, São Paulo, SP, Brasil). Foram utilizadas as limas de número 15, 20, 25, 30 e 35, sendo que cada lima trabalhava no interior do canal até seu completo desprendimento das paredes. A cada troca de lima foi utilizado o Creme Endo-PTC (Fórmula & Ação, São Paulo, SP, Brasil).

O segundo grupo foi instrumentado utilizando-se o sistema rotatório Pro Taper® (Dentsply - Maillefer, Ballaigues, Suiça) e motor Pro Torque® (Driller, São Paulo, SP. Brasil) calibrado a 300rpm e 3,5 de torque para terços cervical e médio e 0,6 para terço apical. A primeira lima utilizada foi a SX, para seguir a seqüência do fabricante e definir o preparo nos terços cervical e médio já realizado com as brocas de Gates-Glidden; a seguir as limas S1, S2, F1, F2 e F3 foram utilizadas até o terço apical. Cada lima trabalhava no interior do canal de 4 a 5 vezes, sempre acompanhada de Creme Endo-PTC e hipoclorito de sódio a 0,5% inseridos no canal através de seringa. O excesso de hipoclorito era aspirado através de cânula.

Para a mensuração da quantidade de material extruído, utilizou-se uma balança analítica de precisão BP210S (Sartorius, Goettingen, Alemanha). Os recipientes de resina acrílica foram pesados completamente vazios, antes de qualquer procedimento (peso inicial), e após a instrumentação, contendo o material extruído (peso final), calculando-se por subtração a quantidade de extrusão apical de debris (em gramas). Os procedimentos de pesagem foram realizados em triplicata, após calibração do procedimento com um bloco padrão de resina. Os valores obtidos foram submetidos ao teste de normalidade que resultou numa distribuição não normal, sendo os dados analisados pelo teste de Mann-Whitney, ao nível de significância de 0,05.

 

Resultados

            A estatística descritiva da quantidade de extrusão de debris em função das duas técnicas de instrumentação é apresentada na Tabela 1. Houve grande variabilidade de quantidade de material extruído, com valores de 0,0009 a 0,0860g. Não houve diferença estatisticamente significante entre os dois grupos (P>0.05).

 

Tabela 1. Estatística descritiva da quantidade de material extruído (em gramas) em função da técnica de instrumentação (n=10/grupo).

 

Ultra-som

Rotatório

Média

0,0353

0,0318

Desvio-padrão

0,0307

0,0312

Mediana

0,0328

0,0229

Máximo

0,0860

0,0851

Mínimo

0,0009

0,0055

Discussão

Este estudo demonstrou que há extravasamento apical de debris durante instrumentação endodôntica tanto com uso de ultra-som quanto com um sistema rotatório, embora não haja diferença significante na quantidade de material extruído. O sistema ultra-sônico foi adaptado na Endodontia para o preparo do canal radicular devido ao desgaste resultante das ondas ultra-sônicas geradas, trazendo como grande vantagem farta e eficiente irrigação durante toda a instrumentação (6-8). Entretanto, estes desgastes podem ocorrer de forma descontrolada proporcionando um preparo irregular (8-16). Já o sistema automatizado com limas rotatórias vem sendo difundido atualmente como modernização das técnicas de instrumentação, trazendo vantagens de preparos mais uniformes e regulares (2,17), porém seu custo ainda é elevado. Estudo anteriores mostraram que a extrusão de debris pode ter relação com a morfologia anatômica do canal radicular e/ou com a técnica utilizada (1,3,18-20), pois nenhuma técnica oferece uma margem de 100% de segurança e todas provocam extravasamento (1,3,5,15,19-22).

A técnica cérvico-apical de preparo diminui a tensão de alavanca do instrumento no interior dos condutos, pois quando se prepara a região cervical e média, cria-se um acesso mais fácil e remove-se uma série de retenções, o que permite ao instrumento entrar mais livre e atingir a porção apical, sem causar deformações (14,16,23). Isto justifica a realização da retificação prévia com as brocas Gates Glidden (24), pois o desgaste cervical é maior com instrumentos de aço inoxidável em comparação com preparo rotatório com instrumentos de níquel titânio (25). As limas manuais de aço inoxidável flexíveis não apresentam tanta flexibilidade como as de níquel titânio, as quais seriam mais indicadas por causar menor deformação do canal radicular (23). Contudo, optou-se pelo uso de limas flexíveis de aço inoxidável porque as ligas de níquel titânio são friáveis e mais susceptíveis à fratura quando submetidas à força ultra-sônica (14).

No presente experimento, pode-se verificar uma grande variabilidade intra-grupo na quantidade de material extruído apicalmente para ambas as técnicas de instrumentação. Muitos fatores podem ter contribuído para tal variabilidade, tais como dureza da dentina, permeabilidade dentinária, anatomia microscópica, entre outros, mesmo com a seleção de apenas um grupo de dentes (pré-molares inferiores). Procurou-se também padronizar o comprimento dos dentes, pois canais de maiores comprimentos podem ter maior extrusão apical (18). A odontometria média dos dentes foi de 22mm, mas necessariamente utilizaram-se limas de 31mm para alcançar o comprimento real de trabalho pré-estabelecido devido a ponta adaptadora do aparelho ultra-sônico utilizar alguns milímetros da lima manual.

A extrusão apical de debris pode ocorrer em maior grau durante os procedimentos inerentes à cada técnica de instrumentação do canal. No sistema ultra-sônico, há irrigação contínua e abundante, que na maioria das vezes é vantajosa, pois auxilia a descontaminação dos canais devido à constante renovação de liquido irrigante, bem como acelera as reações ente as substâncias químicas auxiliares. Por outro lado, a força da irrigação pode contribuir para que haja maior extravasamento apical. Além disso, a troca de limas neste sistema só ocorre após a completa liberdade interna em relação às paredes do canal, o que não permite uma padronização de tempo de utilização no interior do canal com o sistema irrigante constante. Isso também poderia aumentar a possibilidade de extrusão da substância irrigante. Já na técnica com o sistema rotatório, a irrigação é manual e pode ser afetada pela pressão de irrigação bem como pela quantidade de solução irrigadora utilizada, ou seja, há grande variação individual de acordo com cada profissional.

Uma limitação da metodologia utilizada foi o fato de que a instrumentação foi realizada sem observação direta da região apical, a qual estava recoberta pelo recipiente de resina acrílica. Sendo assim, não é possível garantir que ambas as técnicas mantiveram sua odontometria sem nenhuma variação, o que poderia acarretar em transporte apical e maior facilidade de extravasamento de sustância irrigante. Contudo, os resultados sugerem que as duas técnicas podem ser eficientes no preparo do sistema de canais radiculares, cada uma trazendo possíveis vantagens e desvantagens. Cabe ao profissional saber a indicação mais correta para cada caso clínico em particular. Futuros estudos podem indicar o momento ideal para a associação de uso de ambas as técnicas para melhor aproveitamento de suas características operatórias e menor risco.

 

Conclusões

            De acordo com os resultados obtidos, pode-se concluir que ambas as técnicas de instrumentação testadas, com ultra-som ou sistema rotatório, apresentaram extrusão apical de debris, em quantidade semelhante.

 

Referências

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FONTE:  Araquam KR, Britto MLB, Nabeshima CK. Evaluation of apical extrusion of debris during ultrasonic versus rotary instrumentation. Rev Odonto Ciênc 2009;24(1):32-5.

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