|
Análise comparativa in vitro da desobturação rotatória com Protaper Universal versus rotatórios desobturadores |
|
Uezu MKN RESUMO Em alguns casos, a necessidade do Retratamento endodôntico é certa. Diversas técnicas foram desenvolvidas para remoção do material obturador no sistema de canais radiculares, desta maneira, o objetivo deste estudo foi realizar a comparação do Sistema Protaper Universal® e Rotatórios desobturadores durante o retratamento endodôntico, quanto ao tempo para atingir o limite odontométrico, tempo de desobturação e quantidade de material extruído. Foram utilizados 30 pré-molares inferiores, onde foram instrumentados com sistema rotatório Protaper Universal e obturados com cone único e cimento de N-Rickert, no qual ficaram 7 dias na temperatura constante de 37ºC com umidade. As amostras foram divididas aleatoriamente em 2 grupos, onde: grupo l foi desobturado com rotatórios desobturadores e grupo ll foi desobturado com Protaper Universal, todas apoiadas num nicho que foram previamente pesados, e pesados novamente pós desobturação. Através da analise estatística, pode-se verificar diferença significante ao nível de 5% quando analisado o tempo gasto para se alcançar o limite; no que se refere ao tempo de desobturação, obteve-se diferença significante ao nível de 1%; e em relação ao material extruído, não obtiveram diferença significante. Palavras Chave: Retratamento, Endodontia, Resíduos ABSTRACT Some cases, necessity of the endodontics reatreatment is right. Several techniques have been developed to remove sealing material in the root system canals, however, the purpose this study was compare the Protaper Universal® System and Unfilling Rotatory during endodontic reatreatment, analysing time to arrive in odontometric length, time of filling out and waste products. It was used thirty inferior premolars, which were shaped with Protaper Universal® rotatory system and filled with single cone and N-Rickert sealling, been put in 37°C with humidity during seven days. The samples were divided randomly in 2 groups: group I was filled out using Unfilling Rotatory, and Group II was filled out using Protaper Universal, every teeth were been supported in a acriclic with space on the apex to permit the accomodation of the debris; this was previously weigh, and after fill out they were weigh again. Through statistical analys was possible to notice that obtain difference significant level with 5% in the time to arrive to odontometric length, and difference significant level with 1% in the time of filling out, however, doesn’t diference significant about waste products. Key words: Retreatment, Endodontics,Waste Products
1. INTRODUÇÃO A Endodontia teve início na prática em intervenções para aliviar a dor de origem dentária. Quando se verificou a existência e presença das bactérias, foram introduzidas numerosas técnicas, assim como cácusticos violentos introduzidos nos canais com resultados biologicamente insatisfatórios. Os princípios biológicos, fundamentais, da técnica de tratamento e obturação dos canais radiculares firmaram-se cada vez mais em bases sólidas e acessíveis aos membros da comunidade odontológica. Instrumentos foram revistos visando aumento de produtividade, como também o surgimento de aparelhos rotatórios, e, aumento da eficiência na utilização dos cones de guta percha. Apesar de toda evolução alguns casos não seguem as recuperações teciduais desejada, caracterizando um insucesso, que pode ocorrer devido a inúmeros fatores como: presença de bactérias resistentes, a não observação da anatomia dos canais, limpeza e obturação insuficiente e tantos outros fatores. Desta maneira é indiscutível que perante um caso de retratamento endodôntico, haja necessidade da remoção de todo o material obturador colocado nos canais radiculares. Sendo assim, se procura uma técnica de desobturação, rápida e eficiente, visando facilitar a remoção do material obtrurador com benefícios tanto para o profissional quanto para o paciente.
2. REVISÃO DE LITERATURA Santos & Aun (1992) compararam duas técnicas de desobturação, manual e sônica, sob três situações diferentes: grupo l - com raízes instrumentadas no limite apical e obturadas 1 mm aquém; grupo-ll – raízes instrumentadas e obturadas no limite apical ; grupo-lll – raízes instrumentadas e obturadas a 1mm aquém do limite apical. Avaliando o tempo despendido e a quantidade de resíduos que permaneceu no interior do canal após a desobturação. Verificou-se que empregando o aparelho sônico o resultado foi mais eficiente que o manual, pois num menor espaço de tempo apresentou limpeza semelhante. O grupo lll apresentou o menor tempo de desobturação para as duas técnicas empregadas, e nenhuma técnica removeu completamente o material obturador dos canais. O grupo I submetido a desobturação pelo aparelho sônico mostrou menor índice de resíduo, quando comparado às mesmas condições experimentais. Hülsmann & Stoltz (1997) avaliaram a eficácia e segurança de diferentes técnicas de retirada de guta-percha do interior do conduto radicular: Gates-Glidden e limas Hedströen; somente limas Hedströen; limas Hedströen e clorofórmio; Endotec e Hedströen; XGP drill e limas Hedströen. A técnica que chegou mais rápido ao comprimento de trabalho foi o XGP drill seguido de Gates-Glidden, Hedströen com clorofórmio e Endotec e Hedströen. O uso de limas Hedströem consumiu muito tempo. Obtiveram diferença significativa entre o tempo gasto entre as técnicas manuais e uso de rotatórios, sendo que o gasto de tempo menor se deu com o XGP drill, seguido pela Gates-Glidden, Endotec, depois lima Hedströen e clorofórmio e limas Hedströen. Em relação à extrusão apical notou-se que não se excedeu 0,1mg, e não houve diferenças entre os grupos. Em relação à limpeza dos canais estes ficaram mais limpos com o uso de limas Hedströem e Gates-Glidden, seguido de Hedströen e clorofórmio, o XGP drill e Endotec. Frajlich et al. (1998) avaliaram a remoção e remanescente de material obturador, tempo de trabalho e extrusão apical no retratamento em dentes obturados com: Thermafil com portador plástico (Grupo 1), Thermafil com portador metálico (Grupo 2) e guta-percha com condensação lateral (Grupo 3). A verificação sobre o tempo gasto para a remoção da obturação foi de 12 min e 1seg para o Grupo 1, 14 min e 36seg para o Grupo 2 e 11 min e 26seg para o Grupo 3. Não houve diferenças significativas entre o grupo 1 e 2, e 1 e 3 (P>0.05) , no entanto entre o grupo 2 e 3 são significativas(P<0.05). O remanescente de material obturador foi maior no grupo 2 e o menor índice de extrusão apical no grupo 3 embora a diferença estatística não seja significativa. Tanomoru Filho et al. (1999) avaliaram radiograficamente a capacidade de limpeza de três diferentes técnicas de retratamento endodôntico com e sem o uso de solvente eucaliptol: Lima K com lima Hedströen (Grupo 1); lima K com lima Set (Grupo 2); Lima K com lima Set e Gates-Glidden (Grupo 3). A avaliação radiográfica demonstrou maior eficiência para a associação de lima K e fresas Set e Gates-Glidden com emprego de solvente (p<0,05) nos terços cervical e médio. Na porção apical não foi observada diferença significativa entre as técnicas. Baldassari & Wilcox (1999) realizaram uma comparação do retratamento endodôntico com e sem o uso de microscópio na remoção da guta-percha e para identificar deficiências no tratamento original. O grupo onde não se utilizou o microscópio teve 8,3% de remanescente de guta-percha, enquanto o grupo em que se utilizou microscópio teve 7,3% de guta-percha, não apresentando diferença estatística significante entre os dois grupos. Bramante & Betti (2000) avaliaram tempo de trabalho, extrusão apical e fratura de instrumentos do sistema rotatório Quantec SC e diferentes rpm (grupo 1 – 350rpm; grupo 2 – 700rpm e grupo 3 – 1500rpm) na remoção de guta-percha durante o retratamento de canais retos. O grupo que usou a velocidade de 1500rpm foi significantemente mais rápido que os demais grupos e que a extrusão apical não teve muita variação entre os grupos. A única diferença significativa entre os grupos foi na avaliação radiográfica do terço médio: o grupo com velocidade de 350rpm deixou maior quantidade de resíduos. No grupo 1 ocorreram fraturas de seis instrumentos, no grupo 2 ocorreram quatro fraturas e no grupo 3 ocorreu apenas uma fratura. Concluiu-se que a limpeza e a presença de debris foram equivalentes entre os grupos, mas o uso da velocidade de 1500rpm é mais rápido e com menos instrumentos fraturados. Ferreira et al. (2001) compararam a eficiência da remoção de guta-percha de diferentes técnicas: K-Flexofiles e clorofórmio; limas Hedströen e clorofórmio; Profiles 0.04 e clorofórmio; e somente Profiles 0.04. Os resultados de presença de remanescentes nos canais radiculares para K-Flexofiles + clorofórmio e Profile + clorofórmio foram mais baixo e não significativamente diferentes entre os três níveis de raízes examinadas(P>0,05). E limas Hedströen + clorofórmio e Profile + clorofórmio onde não houve diferença significativa na parte apical. Em geral a parte cervical ficou mais limpa que a porção apical. Os resultados indicaram que Profile e limas manuais com clorofórmio produzem limpezas similares, mas que o Profile foi mais rápido. Betti & Bramante (2001) compararam o sistema rotatório Quantec SC e limas manuais para remover a guta-percha durante o retratamento., avaliando os fatores: tempo gasto para atingir o comprimento de trabalho, tempo para remover a guta-percha, tempo total gasto, extrusão apical do material durante a remoção do material. O tempo foi significantemente menor usando o sistema Quantec SC, a extrusão apical não foi significante diferente entre os dois grupos. A analise radiográfica e visual demonstrou que com limas manuais e solventes obtiveram melhor limpeza que o sistema mecânico no terço cervical e no canal como um todo. Concluiu-se que embora o sistema Quantec SC demore menos tempo para remoção do material obturador as limas manuais e solventes foram mais eficientes na limpeza. Bueno et al. (2001) avaliaram a quantidade de extrusão apical e a influência de três cimentos obturadores (Endomethasone, Sealer 26 e Ketac-Endo), no desempenho de três técnicas de desobturação: Gates-Glidden + limas + solvente; Gates-Glidden + ultra-som + solvente; Gates-Glidden + canal finder + solvente. A técnica que utilizou Gates-Glidden + limas + solvente foi a que apresentou uma media menor de material obturador remanescente, frente aos três cimentos. As outras técnicas foram estatisticamente equivalentes, também frente aos três cimentos. Os dentes obturados com cimento Ketac-Endo apresentaram uma media de remanescente de material obturador maior que a dos demais cimentos utilizados. A variação de tempo, em decorrência das técnicas estudadas, foi estatisticamente não significante A variação de tempo, em decorrência do cimento utilizado, foi estatisticamente não significante. A extrusão de material obturador foi estatisticamente equivalente e não significante para todas as técnicas e cimentos estudados. Baratto, Ferreira & Fariniuk (2002) estudaram a efetividade do sistema Profile 0.04 durante a remoção do material obturador diante de três diferentes técnicas de obturação: grupo-1- Thermafil, grupo-2 – compactação termomecânica e grupo-3- condensação lateral. O sistema Profile alcançou o comprimento de trabalho em todos os casos, porém a completa remoção da guta-percha ocorreu somente em três casos (dois do grupo-1, e um do grupo-2). O Thermafil com carreador plástico foi removido com sucesso em todo espécime do grupo-1. Concluíram que o Profile 0.04 é inadequado para remover totalmente o material obturador, embora tenha chegado ao comprimento de trabalho mais rapidamente. Valois & Costa (2003) avaliaram a eficiência em diferentes técnicas de desobturação no retratamento de canais curvos: convencional + solvente; convencional + solvente + ultra-som; Profile + solvente; Profile + solvente + ultra-som; Profile somente; Profile + ultra-som. Concluiu-se que tanto as técnicas convencionais como o uso de Profile ocasionam extrusão apical. A utilização de instrumentação ultra-sonica não favoreceu a limpeza das paredes do canal. As limas Profile eliminam a necessidade do uso de solvente, sem prejudicar a limpeza do canal radicular e aumentar o desgaste do profissional e tempo operatório. Apesar de não ocasionar uma limpeza eficaz, as limas Profile reduzem significantemente o tempo dispensado durante o processo de desobturação. As limas Profile devem ser usadas com cautela para evitar ocorrência de fratura. Bueno et al. (2003) compararam a eficácia da desobturação endodontica com e sem uso de microscópio operatório e o tempo gasto em cada técnica. Nos dentes que tiveram o uso de microscópio operatório houve uma diminuição de material remanescente, mas esse dado não foi estatisticamente significante, e também não houve diferença quanto ao tempo gasto na execução das técnicas. Hülsmann & Bluhm (2004) avaliaram a eficácia, habilidade de limpar e segurança de três diferentes instrumentos rotatórios (Flexmaster, rotatório GT, Protaper) com e sem solvente (eucaliptol) versus limas manuais na remoção de guta-percha do interior dos canais. A técnica que chegou ao comprimento de trabalho mais rápido foi a que usou rotatório Protaper com eucaliptol (+E), seguido do Flexmaster + E, Protaper, Flexmaster, limas Hedströen e rotatório GT. Não houve diferença significativa com ou sem solvente entre os grupos. Protaper e Flexmaster trabalharam significantemente mais rápido que limas Hedströen e rotatório GT (ANOVA, P>0.001). O tempo para a completa remoção foi novamente mais rápido o Protaper+E, seguido do Flexmaster + E, Protaper, Flexmaster, rotatório GT + E, limas Hedströen + E, limas Hedströen e rotatório GT. Protaper e Flexmaster novamente trabalharam mais rápido que as outras técnicas (ANOVA, P>0.001). Não houve extrusão apical visível. A limpeza dos canais provou ser maior com uso de Flexmaster + E, limas Hedströem + E, seguido do Protaper + E, e rotatório GT + E. Sob condições experimentais o Flexmaster e Protaper provaram ser eficiente e com diminuição de tempo na remoção da guta percha. O uso do eucaliptol diminuiu um pouco o tempo para chegar ao tempo de trabalho e para remover a guta-percha, mas isso não foi significativo. Massiero & Barletta (2005) avaliaram a eficácia de diversas técnicas para remoção do material obturador: instrumentação manual com limas tipo K; sistema K3; sistema M4 com limas tipo K; sistema endo-gripper com limas tipo K. Múltiplas comparações das porcentagens para remoção do material obturador do canal entre as quatro técnicas não demonstraram diferenças significativas. No entanto, quando cada terço foi analisado separadamente, significantes diferenças de remanescentes de resíduos entre os grupos ocorreram. O terço apical maior quantidade de resíduos, o terço cervical e médio mostraram-se limpos. A comparação entre as técnicas mostrou que os dentes instrumentados com sistema K3 tiveram menos percentual de resíduos no terço apical. No terço apical, o sistema K3 se mostrou mais eficiente para remoção de guta-percha que as outras técnicas no qual eram igualmente eficazes em outros terços. Kosti et al. (2006) realizaram um estudo comparativo para analisar a eficácia das limas Hedströen associadas às brocas de Gates glidden com o sistema rotatório Profile na remoção de guta-percha no canal radicular. Através da observação do remanescente de material obturador em terços, conluíram que nenhuma das técnicas foram capazes de remover todo o material obturador, principalmente no terço apical, onde se observou maior quantidade de remanescente. Zmener, Pameijer & Banegas (2006) observaram a eficácia da desobturação de canais ovais utilizando-se da técnica manual e automatizada com rotatórios, onde puderam observar que todas as técnicas produziram canais limpos, entretanto, nenhuma das técnicas conseguiu limpar totalmente o canal, tendo diferença estatisticamente significante somente no terço médio. Maciel & Scelza (2006) compararam durante o retratamento a instrumentação manual com limas K file associada ao uso de brocas Gates glidden versus diferentes sistemas rotatórios (Profile, Protaper, K3, Hero 642) utilizando-se dois diferentes cimentos (Endofill Plus e Sealer 26 Plus). Observou-se que não houve diferença estatisticamente significante em relação aos cimentos utilizados, no entanto, a técnica manual levou em maior quantidade de debris quando comparado aos sistemas K3 e Protaper, levando a concluir que os sistemas K3 e Protaper são mais eficientes durante o retratamento. Câmara & Hussne (2007) descreveram o Sistema Protaper Universal, onde três deles são indicados para executar a modelar dos terços cervical e médio do canal radicular denominados instrumentos Shaping (Sx, S1 e S2 ), e os cinco instrumentos restantes indicados para preparar o terço apical denominados de instrumentos Finishing (F1, F2, F3, F4 e F5), cada um com D0 e índice de conicidade variável e não constante. Descrevem também outros três instrumentos indicados exclusivamente para manobras de retratamento conhecidos como rotatórios D1, D2 e D3, sendo que D1 é o único dos três instrumentos que possui ponta ativa para adentrar o material obturador mais facilmente.
3. PROPOSIÇÃO O objetivo desse estudo foi realizar uma comparação “in vitro” dos Rotatórios Desobturadores versus Sistema Protaper Universal® ambos na desobturação de pré-molares inferiores unirradiculares, nas variáveis: tempo gasto até alcançar o limite odontométrico e total de desobturação, e, quantidade de debris extruídos.
4. MATERIAL E MÉTODOS 4.1. Material 30 pré-molares inferiores (Banco de Dentes da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de São Caetano do Sul – São Caetano do Sul, Brasil) Algodão (Apolo – Cataguases, Brasil) Balança Analítica de alta precisão BP210S(Sartorius – Goettingen, Deutschland) Bloco de canal simulado acrílico padrão (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland) Broca esférica diamantada de pescoço longo 1013 HL (KG Sorensen - São Paulo, Brasil) Broca Endo-Z (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland) Broca Gates Glidden números 1, 2 e 3 (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland) Caneta de alta rotação (Kavo – Joinville, Brasil) Contra-ângulo (Kavo – Joinville, Brasil) Cera 7 (Wylson - Cotia, Brasil) Cera Utilidade (Wylson - Cotia, Brasil) Cimento de N-Rickert (Fórmula & Ação – São Paulo, Brasil) Cone Principal de Guta percha Protaper F3 (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland) Cone de papel Protaper® F3 (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland) Creme de Endo-PTC (Fórmula & Ação – São Paulo, Brasil) Cronômetro digital Kadio KD-1069 (Kadio – Taiwan, China) Espátula flexível 24F (SSWhite Duflex – Rio de Janeiro, Brasil) Estufa (Quimis – Diadema, Brasil) Hipoclorito de Sódio a 0,5% (Fórmula & Ação – São Paulo, Brasil) Isolante para resina Cel-lac® (SSWhite – Rio de Janeiro, Brasil) Kit de rotatórios Desobturadores (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland) Kit de rotatórios Protaper Universal® 25 mm (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland) Lima K15 (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland) Lupa Placa de vidro despolida Micromotor (Dabi Atlante – Ribeirao Preto, Brasil) Monômero (Jet Clássico – São Paulo, Brasil) Motor X-Mart® (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland) Polímero quimicamente ativado incolor (Jet Clássico – São Paulo, Brasil) Régua endodôntica (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland) Régua Milimetrada Software GMC 8.0 (Geraldo Maia Campos – Ribeirão Preto, Brasil) Soro Fisiológico ( Lab ADV- São Paulo, Brasil) Stops (Dentsply-Maillefer – Ballaigues, Switzerland)
4.2. Métodos 4.2.1. Preparo dos dentes Para o presente estudo foram utilizados 30 pré-molares inferiores unirradiculares com canal único, onde tiveram o acesso cirúrgico realizado com broca esférica diamantada 1013HL, e forma de conveniência dada com a broca Endo-Z . Foi realizado o preparo dos terços cervical e médio com brocas Gates-Glidden # 1,2 e 3, e irrigação com hipoclorito de sódio a 0,5%. Assim,com auxílio de uma régua milimetrada e lupa, foi realizada a Odontometria pelo método visual, onde introduziu-se uma lima K15 até o forame anatômico no qual subtraiu-se 1mm. Todos os dentes foram instrumentados com Protaper Universal® na seqüência SX-S2-S1-S2-F1-F2 com motor regulado em 350 rpm e torque 3, utilizando-se hipoclorito de sódio 0,5% associado ao creme de Endo-PTC, e obturados pela técnica do cone único F3 (Machado, 2007), utilizando-se do cimento N-Rickert, espatulado em placa de vidro despolida e espátula flexível 24F (Figura 1).
Figura 1 – Material para espatulação do cimento endodôntico Feito isto, todas as amostras foram colocadas em um recipiente com algodão embebido de soro fisiológico e tampa, assim deixadas em estufa numa temperatura de 37º C durante 1 semana (Figura 2).
Figura 2 – Estufa 4.2.2. Preparo dos nichos Todos os dentes tiveram incluídos em seu ápice uma bolinha de cera utilidade (Figura 3), e, logo em seguida toda raiz isolada com isolante para resina.
Figura 3 – Dente com cera utilidade Foram feitas 30 caixas de cera 7 nas dimensões 3cmx3cmx3cm, onde foram isoladas internamente também (Figura 4).
Figura 4 – Caixa de cera pára confecção do nicho Logo em seguida, foi preparada resina quimicamente ativada, através da adição de monômero e polímero, e colocada nas caixas de cera. Durante a fase plástica de polimerização da resina, os dentes foram incluídos, e submetidos a leves movimentações até a completa polimerização (Figura 5).
Figura 5 – Caixa com resina polimerizada juntamente com o dente Assim, retirada a caixa de cera (Figura 6) os dentes foram desincluídos, os nichos fervidos em água quente para remoção da cera utilidade no interior dos mesmos (Araquam, 2006) (Figura 7).
Figura 6 – Acrílico com o dentes incluído
Figura 7 – Nicho confeccionado no interior da caixa acrílica 4.2.3. Pesagem dos nichos Todos os nichos foram pesados sem os dentes em uma balança analítica de precisão (Figura 8), e logo em seguida foram fixados nos nichos para a desobturação.
Figura 8 – Balança analítica de alta precisão Após a desobturação, os dentes foram retirados novamente, e, os nichos pesados, desta vez contendo o material extruído. Todas as pesagens foram realizadas 3 vezes para confirmação, sendo também utilizado um bloco de acrílico para calibragem da balança no período pré e pós-obturação. 4.2.4. Desobturação Os 30 dentes foram divididos aleatoriamente em dois grupos de 15 dentes cada: Grupo 1 – Foram desobturados com o sistema rotatório Protaper universal® (Figura 9)
Figura 9 – Sistema Protaper Universal Grupo 2 – Foram desobturados com os desobturadores Dentsply- Maillefer (Fig 10).
Figura 10 – Rotatórios Desobturadores O motor foi regulado em 700 rpm e torque 4.5N.cm acorde o fabricante (Fig 11).
Figura 11 – Motor X-Mart Todos os dentes foram cronometrados até o momento em que o instrumento chegou no limite odontométrico, e até a completa instrumentação. 4.2.5. Análise estatística Através do software GMC, os dados obtidos foram submetidos ao teste de normalidade e logo em seguida ao teste estatístico para análise da diferença entre os dois sistemas de desobturação diante do tempo de trabalho até atingir o comprimento real de trabalho e até desobturação e da extrusão.
5. RESULTADOS O menor e o maior tempo necessário para que os desobturadores atingissem o limite odontométrio foram respectivamente de 40 segundos e 1 minuto e 18 segundos, enquanto o Protaper Univeral obteve tempos de 37 segundos e 1 minuto e 25 segundos (Tabela1 e 2). Todas as amostras mostraram algum material extruído, obtendo-se peso mínimo de 0,0012 g contido no grupo desobturado com Rotatórios Desobturadores, e máximo de 0,1183 g contido no grupo desobturado com Protaper Universal (tabela 1 e 2). Tabela 1 – Dados obtidos de tempo e pesagem utilizando-se Rotatórios Desobturadores
Tabela 2 – Dados obtidos de tempo e pesagem utilizando-se Protaper Universal®
Os dados obtidos através de cronometragem e pesagem foram submetidos ao teste de normalidade individualmente. No que se concerne ao tempo gasto de desobturação para simplesmente atingir o limite odontométrico, obteu-se distribuição amostral não normal (tabela 3). Tabela 3 – Teste de curva de normalidade para variância tempo para atingir o limite de trabalho
Sendo assim, por se tratar de fatores independentes de duas amostras, os dados foram submetidos ao teste de Mann-Whitney, o que resultou em uma diferença significante ao nível de 5% (tabela 4). Tabela 4 – Teste U de Mann-Whitney dos dados relacionados ao tempo gasto para se atingir o limite de trabalho
Teste U de Mann-Whitney
--------------------------------------------------- O teste de normalidade dos dados amostrais referente ao tempo gasto total para desobturação resultou em uma distribuição normal (tabela 5), levando ao teste estatístico paramétrico, resultando em diferença significante ao nível de 1% (tabela 6). Tabela 5 – Teste de curva de normalidade para variância tempo de Desobturação
Tabela 6 – Teste Estatístico Paramétrico dos dados relacionados ao tempo gasto para desobturação
Resultados do teste --------------------------------------------------- Valor calculado de t : 3.56 Graus de liberdade : 28 Média da amostra (1) : 179.27 Média da amostra (2) : 146.47 Probabilidade de igualdade : 0.16 % --------------------------------------------------- Significante ao nível de 1 % ( α = 0.01)
A média de tempo gasto para se chegar no limite odontométrico e para o tempo total da desobturação resultaram em 1 minuto e 3 segundos e 2 minutos e 59 segundos para o grupo desobturado com Rotatórios desobturadores respectivamente, e 55 segundos e 2 minutos e 38 segundos para o grupo desobturado com Protaper Universal (gráfico 1).
Através da diferença de pesagem final e inicial dos nichos, obteve-se a quantidade de material extruído, que na análise da normalidade obteve-se distribuição amostral não normal (tabela 7). Tabela 7 – Teste de curva de normalidade para variância material extruído
Diante disto, foi realizado o teste de Mann-Witney, onde não se obteve diferença significante nas amostras, portanto resultou em amostras iguais (tabela 8). Tabela 8 – Teste U de Mann-Whitney dos dados relacionados à quantidade de material obturados extruído
Teste U de
Mann-Whitney 6. DISCUSSÃO Muitos são os métodos empregados para avaliar a eficiência das diversas técnicas de retratamento durante a desobturação do sistema de canais radiculares. O retratamento endodôntico convencional utilizando limas tipo K juntamente com limas do tipo Hedströem ainda é amplamente utilizada (Ferreira et al. 2001; Betti e Bramante 2001; Massiero e Barletta 2005), podendo estar associadas ou não com o uso de solventes para facilitar a remoção da guta-percha (Hülsman & Stotz, 1997; Frajlich et al., 1998; Tanomaru Filho et al., 1999; Baldassari-Cruz & Wilcox 1999; Bueno et al., 2001; Ferreira et al, 2001; Valois & Costa, 2003; Hülsmann & Bluhm, 2004) . Na tentativa de auxiliar a desobturação dos canais radiculares, surgiu a possibilidade do uso de equipamentos ultra-sônicos (Santos & Aun, 1992; Valois & Costa, 2003), microscópicos (Baldassari & Wilcox, 1999; Bueno et al., 2003) e atualmente vem sendo utilizado o emprego de limas rotatórias (Hülsman & Stotz, 1997; Bramante & Betti, 2000; Ferreira et al., 2001; Betti & Bramante, 2001). A técnica rotatória tem sido bem aceita devido ao tempo de trabalho minimizado quando comparada à técnica manual (Hülsmann & Stoltz, 1997; Ferreira et al., 2001; Betti & Bramante, 2001; Baratto, Ferreira & Fariniuk, 2002; Valois & Costa, 2003; Hülsmann & Bluhm, 2004), mesmo esta última promovendo melhor limpeza em relação ao material obturador remanescente nas paredes do canal (Hülsmann & Stoltz, 1997; Betti & Bramante, 2001). Estudam mostram também a preocupação em relação à resistência destes instrumentos, o que poderá levar a ocorrência de fraturas durante o procedimento de retratamento (Valois & Costa, 2003). Desta maneira, com a utilização de instrumentos rotatórios de preparo nos casos de retratamento, surgiu-se uma linha de rotatórios desobturadores composta por três brocas – D1, D2 e D3 – cujo tem finalidade a desobturação por terços do canal radicular (Câmara & Hussne, 2007). Quanto à metodologia,utilizou-se de pré-molares inferiores extraídos, por apresentar raiz e canal principal único, facilitando a coleta de material extruído; além de garantir todos os detalhes anatômicos de dentina e ápice, como constrição apical e permeabilidade dentinária, uma vez que estes poderiam influenciar nas condições de obturação e desobturação, e indiretamente nos resultados. Tomou-se o cuidado de se utilizar um bloco de acrílico padrão antes da pesagem inicial e final, para que o mesmo servisse de referência de calibração da balança, que por ser altamente precisa, um simples transporte de lugar poderia alterá-la. Lembrando-se também que a pesagem inicial e final dos nichos não foram feitas no mesmo dia, havendo intervalo de aproximadamente 2 semanas, para que pudessem ser realizados os procedimentos de obturação e desobturação. Todas as amostras foram mantidas em 37°C durante 7 dias, com presença de umidade garantida pelo algodão umedecido com soro fisiológico, isto para poder manter condições naturais do ambiente bucal. Todos foram mantidos em um recipiente com tampa, para que o calor da estufa não evaporasse a umidade do algodão. A ocorrência de extrusão apical é sempre uma preocupação, devido esta poder trazer injúrias à região periapical. Neste estudo, estatisticamente não houve diferenças significantes na avaliação de extrusão apical entre os dois grupos, onde se apresentou material obturador extruído dentro dos nichos em todas as amostras, comprovando mais uma vez que haverá extrusão não importando a técnica de retratamento utilizada (Hülsman & Stotz,, 1997; Frajlich et al., 1998; Bramante & Betti, 2000; Bueno et al., 2001; Massiero & Barletta, 2005; Maciel & Scelza, 2006). Quando se comparou o tempo gasto pelo Protaper Universal® e Rotatório Desobturador, observou-se que tanto para chegar no comprimento real de trabalho como no tempo para desobturação, foi comprovado estatisticamente que mesmo o Protaper Universal® sendo um sistema automatizado para instrumentação do canal radicular, foi mais rápido que o Rotatório Desobturador, um sistema com finalidade específica de desobturação. O rotatório desobturador mostrou-se muito satisfatório na penetração inicial do material obturador com o desobturador D1 devido a sua ponta ativa. Os desobturadores D2 e D3 se mostraram mais rígidos em seu corpo que o Protaper Universal®, facilitando a desobturação. O Protaper Universal® encontrou-se mais difícil na penetração inicial com a lima SX por ter a ponta mais flexível que os desobturadores, no entanto uma vez feita penetração inicial, facilitou a descida do F2 até o comprimento real de trabalho, e o F3 complementou o trabalho de desobturação. Apesar da dificuldade encontrada no Protaper Universal® este chegou mais rápido ao comprimento real de trabalho que o Rotatório Desobturador. A dificuldade de trabalho com Protaper Universal® é dada devido o instrumento apresentar-se mais maleável e flexível em relação aos desobturadores, no entanto, mesmo ambos serem de confeccionados com liga de níquel titânio, a quantidade de massa dos instrumentos pode influenciar, uma vez que o maior instrumento desobturador – D3 – possui comprimento de 22 mm, e o Protaper Universal® Finishing – F1, F2, F3, F4 e F5 – possui 25 mm, portanto o Protaper universal convencional é mais longo. Outro dado importante a ser destacado é em relação ao índice de conicidade, que mesmo tendo características de índice variável, o menor índice de conicidade nos primeiros milímetros dos desobturadores é de 7% no instrumento D3, onde teremos esta conicidade somente no F1 do Protaper Universal®, lembrando que o F2 e F3 possuem índice 8% e 9% nos primeiros milímetros respectivamente, sendo assim por quantidade de massa o Protaper Universal® é mais maleável e flexível em relação aos desobturadores. Em relação ao menor tempo gasto para se chegar tanto no limite de trabalho como na desobtruração, pode-se imaginar que quanto mais fino for o instrumento, maior poder de penetração terá, o que proporcionará em menor tempo gasto. O Protaper Universal® F3 apresentou por duas vezes deformação em suas espiras sendo a primeira depois de ser utilizada cinco vezes e da segunda vez depois de ser utilizada 7 vezes (figura 12), além de duas fraturas no rotatório SX depois de ser utilizado cinco vezes e na outra na seis vezes (figura 13), o que no caso do F3, também poderia ser justificada devido sua maior maleabilidade em relação aos desobturadores, além de serem o F3 e o SX os instrumentos que sofrem grande tensão de força principalmente o F3 no terço apical.
Figura 12 – Rotatório Protaper universal® F3 alterado
Figura 13 – Rotatório Protaper Universal® SX fraturado
Com o rotatório desobturador, ocorreu uma fratura, com o D3 depois de ser utilizado onze vezes, sem que ele mostrasse amostras do momento em que ele deveria ser descartado, também justificável pelo número excessivo de vezes e ser o instrumento maior em comprimento e que sofre grandes tensões por trabalhar no terço apical (figura 14).
Figura 14 – Rotatório Desobturador D3 fraturado 7. CONCLUSÕES Diante dos resultados é possível concluir que: - No procedimento desobturador de guta-percha associado ao cimento N-Rickert, o sistema Protaper Universal é mais rápido quando comparado aos Rotatórios desobturadores, tanto para se chegar os limite de trabalho quanto ao tempo para desobturação; - Ambos os sistemas produziram extrusão de debris no periápice, não obtendo diferença estatisticamente significante entre os dois sistemas utilizados.
REFERÊNCIAS Araquam KR. Avaliação in vitro quantitativa de extrusão apical de debris durante instrumentação ultra-sônica versus rotatória [Trabalho de conclusão de curso de graduação em Odontologia] São Paulo: Faculdade de Odontologia da Universidade Cruzeiro do Sul; 2006. Aun CA, Santos M. Análise comparativa “in vitro” da eficiência na desobturação dos canais radiculares entre as técnicas manual e sônica. Rev Assoc Paul Cir Dent 1992; 46(1): 685-688. Baldassari-Cruz LA, Wilcox LR. Effectiveness of gutta- percha removal with and without the microscope. J Endod 1999; 25(9): 627-629. Baratto Filho F, Ferreira EL, Fariniuk LF. Efficiency of the 0.04 taper Profile during the re-treatment of gutta-percha-filled root canals. Int Endod J 2002; 35 : 651-654. Betti LV, Bramante CM. Quantec SC rotary instruments versus hand files for gutta-percha removal in root canal retreatment. Int Endod J 2001; 34: 514-519. Bramante CM, Betti LV. Efficacy of Quantec rotary instruments for gutta-percha removal. Int Endod J 2000; 33: 463-467. Bueno CES, Delboni MG, Martino KF, Caresia K. Estudo comparativo da desobturação de canais radiculares com uso do microscópio operatório. Rev Assoc Paul Cir Dent 2003; 57(5): 349-352. Bueno CES, Valdrighi L, Souza Filho FJ. Influencia in vitro de cimentos endodônticos sobre a efetividade e extrusão apical na desobturação de canais radiculares. Rev Bras Odont 2001; 58(5): 296-299. Câmara AS, Hussne RP. Instrumentos de uso endodôntico. In: Machado MEL. Endodontia – da biologia à técnica 1a ed. São Paulo: Santos; 2007. p.117-142. Ferreira JJ, Rhodes JS, Pitt Ford TR. The efficacy of gutta-percha using Profiles. Int Endod J 2001; 34: 267-274. Frajlich SR, Goldberg F, Massone EJ, Cantanari C, Artaza LP. Comparative Study of retreatment of Thermafil and lateral condensation endodontic fillings. Int Endod J 1998; 31: 354-357. Hülsmann M; Bluhm V. Efficacy, cleaning ability and safety of different rotary Niti instruments in root canal retreatment. Int Endod J 2004; 37: 468-476. Hülsmann M; Stotz S. Efficacy, cleaning ability and safety of different devices for gutta-percha removal in root canal retreatment. Int Endod J 1997; 30: 227-230. Kosti E, Lambrianidis T, Economides N, Neofitou C. Ex vivo study of the efficacy of H-files and rotatory NiTi instruments to remove gutta-percha and four types of sealer. Int Endod J 2006; 39(1): 48-54. Machado MEL. Preparo cirúrgico do canal em endodontia. In: Machado MEL. Endodontia – da biologia à técnica 1a ed. São Paulo: Santos; 2007. p.229-252. Maciel ACC, Scelza MFZ. Efficacy of automated versus hand instrumentation during root canal retreatment: an ex vivo study. Int Endod J 2006; 39(10): 779-84. Masiero AV; Barletta FB. Effectiveness of different techniques for removing gutta-percha during retreatment. Int Endod J 2005, 38(1): 2-7. Tanomaru MF, Leonardo MR, Silva LAB, Castro ET.Avaliação radiográfica in vitro da capacidade de limpeza de técnicas de retratamento endodôntico. Rev Assoc Paul Cir Dent 1999; 53(3) :238-241. Valois CRA, Costa Jr ED. Eficiência das limas Profile Taper .04 série 29 no retratamento endodôntico dos canais radiculares curvos. J Bras Endod 2003; 4(13): 111-116. Zmener O, Pameijer CH, Banegas G. Retreatment efficacy of hand versus automated instrumentation in oval-shaped root canals: an ex vivo study. Int Endod J 2006; 39(7): 521-6.
* INFORMAÇÕES:
Título:
“Análise comparativa
in vitro da desobturação rotatória com Protaper Universal versus
rotatórios desobturadores"
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||