Programa do curso de Especialização


Unidade: Cirurgia de Acesso (1)

1. Morfologia pulpo-radicular aplicada à clínica endodôntica

1.1. Anatomia Dental Interna

1.1.1. Condições de normalidade anatômica

I. cavidade pulpar

a. câmara pulpar

b. canal radicular

II. Estudo individualizado dos diferentes grupos dentais tendo em vista o acesso à câmara pulpar.

1.2. Morfologia pulpo-radicular aplicada à clínica endodôntica

1.2.1. dentes anteriores superiores

1.2.2. pré-molares superiores

1.2.3. molares superiores

1.2.4. dentes anteriores inferiores

1.2.5. pré-molares inferiores

1.2.6. molares inferiores

1.3. A morfologia do canal radicular condicionando variáveis do preparo do canal

1.4. Configuração anatômica do terço apical nas condições de normalidade e alterações patolóicas determinantes do limite apical da preparação do canal.

1.5. Implicação da anomalia de posicionamento (ectopia) e modificações protéticas da forma dental capazes de variar o isolamento absoluto e o acesso à câmara pulpar.

2. Cirurgia de acesso

2.1. A projeção da câmara pulpar na fase de acesso

2.2. Estudo da radiografia de diagnóstico

2.3. Princípios básicos

2.3.1. ponto de eleição

2.3.2. direção de trepanação

2.3.3. formas de contorno e de conveniência

2.3.4. Acesso à câmara pulpar e seu preparo: considerações gerais

2.4. Modus faciendi para os diversos grupos dentais

2.4.1. A projeção do forame apical na câmara pulpar

2.4.2. Acesso à entrada do canal e preparo dela

2.4.3. Acesso ao forame

I. Acesso à câmara em casos especiais: ectopia e coroa protética

 

Unidade: Preparo mecânico dos canais (2)

1. Odontometria

            1.1. Princípios básicos de Odontometria

1.1.1. Fundamentos de ordem clínica essenciais à odontometria

1.1.2. Importância do conhecimento anatômico da região apical na determinação do comprimento real de trabalho

1.1.3. Limitações do exame radiológico às manobras de mensuração do   canal

1.1.4. Variações odontométricas ocorrediças no preparo de canais curvos

1.2.  Odontometria em dentes portadores de polpa viva e polpa mortificada

1.3. Técnicas Odontométricas Convencionais

                        1.3.1. Critérios básicos na escolha de um método odontométrico

1.4. Técnicas Odontométricas Digitais com uso de Localizadores Apicais

                        1.4.1. Histórico

                        1.4.2. Variedade de Localizadores Apicais

                        1.4.3. Estudo Comparativo entre métodos Convencionais e Digitais

2. Preparo químico-cirúrgico

2.1. Princípios Básicos

2.1.1. Objetivos a serem alcançados no preparo do canal: modelagem do canal e sanificação

2.1.2. Preparo de canais retos

2.1.3. Preparo de canais curvos

2.1.4. Preparo de canais atresiados ou achatados

2.2. instrumental endodôntico

                        2.2.1. Índice de Conicidade

                        2.2.2. Instrumentos endodônticos manuais

                                    I. Limas Aço Inoxidável

                                    II. Limas Flexofile

                                    III.  Limas Golden Medium

                                   IV. Limas NiTi

                        2.2.3. Instrumentos Rotatórios

                                    I. Sistema Protaper Universal

                                   II. Sistema Profile

                                   IV. Sistema RACE

                                   V. Sistema K3

                                   VI. Sistema Hero

                                   VII. Sistema Pow-R

                                   VII. Sistema Quantec

                                   VIII. Sistema Lightspeed

                                   IX. Sistema Injecta

2.3.Preparo Manual

2.3.1. Seriado Convencional

2.3.2. Escalonado Ápico-Cervical

2.3.3. Escalonado Cérvico-Apical

                                    I. Vantagens

                                    II. Limitações

III. Recursos Auxiliares

                                               a. Brocas de Gates - Glidden

                                               b. Brocas de Largo

2.4. Preparo Automatizado

                        2.4.1. Rotatórios

                        2.4.2. Ultra-sônico

                        2.4.3. Oscilatório

2.5. Preparo Híbrido

2.6. Acidientes e Limitações do Preparo dos canais

2.7. Análise crítica do preparo do canal

2.8. Uso da Computação Gráfica no Estudo da Qualidade do Canal

3. Substâncias químicas auxiliares

            3.1. aspectos físico/químicos

            3.2. aspectos biológicos

3.3. Grupos  

            3.3.1. Alcalis

            3.3.2. Detergentes

            3.3.3. Quelantes

3.4. associações de fármacos

3.5. irrigação/aspiração: finalidades

3.6. Detergente versus magma dentinário

3.7. Aspiração e secagem

 

Unidade: Medicação Intracanal (3)

1. Medicação para a Polpa Viva

1.1. ápice aberto e ápice fechado

1.2. exposição acidental

1.3. exposição por cárie

1.4. pulpite aguda

1.5. pulpite crônica

2. Medicação para a Polpa Necrosada

2.1. canal sem instrumentação

2.2. canal instrumentado

2.3. dente em fase aguda

2.4. dente em fase crônica

2.5. drenagens constantes

3. Medicação em Casos Refratários

3.1. grandes lesões

3.2. exsudação constante

4. Indicação de Fármacos

4.1. Rifocort

4.2. Paramonoclorofenol Canforado

4.3. Hidróxido de Cálcio

4.4. Iodofórmio

5. Modus faciendi

 

Unidade: Obturação do Sistema de Canais Radiculares (4)

1. Finalidades da obturação do canal tendo em vista a reparação tecidual

2. Momento oportuno para obturação

3. Limite da obturação dos canais radiculares

3.1. polpa viva

3.2. polpa mortificada com e sem lesão apical

3.3. presença de reabsorções apicais

4. Estudo crítico dos materiais obturadores

4.1. pastas

4.2. cimentos

4.3. plásticos

4.4. cones

5. Técnicas de obturação

5.1. convencionais

5.1.1. sem condensação

I. cone único

II. cones múltiplos

5.1.2. com condensação

I. condensação vertical

II. condensação lateral

III. condensação lateral térmica

5.1.3. Recursos auxiliares

I. System B

5.2. técnicas termoplastificada

5.2.1. Sistema McSpadden

5.2.2. Sistema Thermafill

5.2.3. Sistema Ultrafill

5.2.4. Sistema Obtura I e II

5.2.5. Trifeta

5.2.6. Sistema Successfill

6. Inserção do material obturador

7. Preenchimento da câmara pulpar

 

Unidade: Anestesia em Endodontia (5)

1. Anestésicos Locais

1.1. Mecanismo de ação

1.2. escolha de uma solução anestésica

1.3. dosagem máxima dos anestésicos

2. Técnicas anestésicas

2.1. anestesias terminais

2.1.1. Todas as aplicações tópicas

2.1.2. Injeções supra e subperiósticas

2.1.3. Injeções intrapapilares

2.1.4. Injeções intraligamentares

2.1.5. injeções intra-ósseas

2.1.6. injeções intrapulpares

2.2. anestesias por bloqueio

2.2.1. bloqueio do nervo alveolar superior posterior

2.2.2. bloqueio do nervo infra-orbitário

2.2.3. bloqueio nasopalatino

2.2.4. bloqueio do nervo palatino anterior

2.2.5. bloqueio dos nervos alveolar inferior , lingual e bucal

2.2.6. bloqueio do nervo mentoniano

3. Óxido Nitroso

            3.1. Conceito

            3.2. Finalidade

            3.3. Mecanismo de ação

 

Unidade: Histofisiologia  e Histopatologia da Polpa e Periápice (6)

1. Etiopatogenia das alterações pulpares

1.1. causas de origens diversas

1.2. causas decorrentes ou relacionadas com procedimentos operatórios

1.3. iatrogenia dentino/pulpar

1.4. Prevenção das doenças pulpares

1.5. Reação dos tecidos dentais sujeitos à ação progressiva de irritantes - Perda Tecidual

1.6. Reações inflamatórias pulpares

1.6.1. agudas

            I. Pulpite Reversível

            II. Pulpite Irreversível

1.6.2. crônicas

            I. Pólipo Pulpar

            I. Reabsorção Interna

1.7. Mortificação Pulpar

2. Etiopatogenia das alterações periapicais

2.1. fatores de origem diversa

2.2.fatores decorrentes de procedimentos operatórios incorretos

2.3. Alterações Inflamatórias

2.3.1. agudas

            I.Pericementite

                       a. primária

                       b. secundária

2.3.2. crônicas

            I. Abcesso

            II. Granuloma

            III. Cisto

 

Unidade: Traumatismo Dental e das Estruturas de Suporte (7)

1. Introdução

1.1. Estudo e classificação das lesões traumáticas de elementos dental

2. Classificação

2.1. lesões traumáticas dos tecidos duros do dente e polpa

2.1.1. Fratura coronária somente do esmalte

2.1.2. fratura coronária envolvendo esmalte e dentina sm envolvimento pulpar

2.1.3. fratura coronária envolvendo esmalte e dentina com envolvimento pulpar

2.1.4. fratura corono--radicular envolvendo esmalte , dentina e cemento sem exposição pulpar

2.1.5. fratura corono-radicular envolvendo esmalte , dentina e cemento com exposição pulpar

2.1.6. fratura radicular envolvendo cemento , dentina e polpa

2.2. lesões traumáticas dos tecidos de sustentação do dente

2.2.1. concussão

2.2.2. subluxação

2.2.3. luxação intrusiva

2.2.4. luxação extrusiva

2.2.5. luxação lateral

2.2.6. avulsão

3. Tratamento

3.1. Técnicas de tratamento quando não há envolvimento pulpar

3.2. Tratamento das fraturas coronárias com envolvimento pulpar

3.3. Terapia das fraturas radiculares

3.4. Técnicas de contençãodo elemento dental

3.5. Reimplante

3.6. Medicação sistemática e local nos traumas

3.6.1. MTA

3.6.2. Iodofórmio

3.6.3. Calcitonina

3.7. O controle do tratamento realizado

 

Unidade: Recursos Semiotécnicos (8)

1. Considerações gerais

1.1. Significado do ato de diagnosticar em função da terapia

1.2. Princípios básicos ao diagnóstico

1.3. Análise psico-social do paciente

2. Anamnese

2.1. queixa principal

2.2. história pregressa

2.3. história atual

2.4. A história médica

3. Exame físico

3.1. Inspeção

3.2. Palpação

3.3. Percussão

3.3.1. horizontal

3.3.2. vertical

3.4. Exames complementares

3.4.1. Teste elétrico

3.4.2. Teste térmico

I. frio

a. bastão de gelo

b. gás refrigerante

II. quente

a. guta percha

4. Papel da radiografia no reconhecimento da lesão e limitação do dano

5. Exames laboratoriais e seu significado no estabelecimento da doença

5.1. Características anátomo-clínicas das denças pulpares e periapicais de interesse ao endodontista

5.1.1. Diagnóstico da inflamação pulpar aguda

5.1.2.  Diagnóstico da inflamação pulpar crônica

5.1.3. Diagnóstico das alterações pulpares degenerativas

5.1.4. Diagnóstico da mortificação  pulpar

5.1.5.  Diagnóstico das alterações periapicais agudas

5.1.6. Diagnóstico das alterações periapicais crônicas

 

Unidade: Reparação e Osteoindução (9)

1. Considerações gerais

1.1. O mecanismo de cura dos tecidos conjuntivos

1.1.1. Reparação pós-tratamento endodôntico de dentes portadores de polpa vital

1.1.2.Reparação pós-tratamento endodôntico de dentes portadores de polpa mortificada

1.1.3.Reparação pós-tratamento endodôntico e complementação cirúrgica periodontal ou periapical

1.2. Critérios de Sucesso no Tratamento endodôntico

1.2.1.Controle clínico e radiográfico por terapia endodôntica convencional, não convencional e/ou complementado por cirurgia.

1.3. O valor do fichário endodôntico na avaliação de técnicas e procedimentos ao longo da vida profissional

 

Unidade: Restauração do dente Tratado Endodonticamente (10)

1. Considerações Gerais

1.1. Princípios básicos que regem a reconstrução protética dos dentes tratados endodonticamente

1.1.1. Metodologia do planejamento endodôntico face às necessidades protéticas do caso

1.1.2. Movimentação oportuna da restauração protética pós-tratamento endodôntico

1.1.3. Variações no processo cavitário em dentes que sofrem intervenção endodôntica

1.1.4. Preparo para retentor intra-radicular

2. Estudo dos fatores que levam ao enfraquecimento do remanescente dental em função da terapia endodôntica

3. Análise das variações de diâmetro do retentor intra-radicular em função dos diferentes grupos dentais

4. Avaliação dos fatores mecânicos oclusais que regem o preenchimento da câmara pulpar tendo em vista as restaurações metálicas fundidas.

5. Critérios do uso de restaurações plásticas em dentes com tratamento endodôntico

6. O inter-relacionamento das forças oclusais sobre o processo reparatório da região apical

 

Unidade: Cirurgia Paraendodôntica (11)

1. Introdução

2. Indicações para cirurgias pós-tratamento endodôntico

3. A cirurgia paraendodôntica corrigindo erros técnicos da terapia convencional do canal radicular

4. A cirurgia apical quando do mau êxito do tratamento endodôntico: imediato e mediato

5. Seleção de casos e escolha de procedimentos

6. Contra-indicações de ordem local e de ordem geral

7. Preparo do paciente a ser submetido ao ato cirúrgico

8. Planejamento cirúrgico de acordo com o caso

8.1. arsenal de instrumentos para cirurgia paraendodôntica

8.2. Tipos de cirurgias paraendodônticas

8.2.1. Curetagem Apical

8.2.2. Apicectomia

8.2.3. Retroinstrumentação e obturação retrógrada

8.3. Técnicas de sutura

8.4. Cuidados pós-operatórios imediatos e mediatos

8.5. Proservação

9. Conduta hospitalar

 

Unidade: Clareamento Dental (12)

1. Etiologia das alterações cromáticas em dentes polpados e despolpados

2. Agentes clareadores

            2.1. Peróxido de Carbamida

            2.2. Peróxido de Hidrogênio

3. Seleção de casos

4. Efeitos adversos

            4.1. Reabsorção

            4.2. Hipersensibilidade Dentinária

            4.3. Inflamação Pulpar

5. Tratamento

5.1. documentação

5.2. preparo do dente para receber o tratamento clareador

5.3. substâncias empregadas, cuidados e modo de usar

5.4. Cuidados pós-clareamento

5.5. Tratamento de dentes polpados e cromaticamente alterados

5.6. Restauração final de dentes despolpados que receberão tratamento clareador

            5.7. Proservação

 

Unidade: Urgências Endodônticas (13)

1. Introdução

1.1. Mecanismo de desenvolvimento da ansiedade e seu controle

1.2. Estudo farmacológico dos principais agentes de controle da ansiedade

2. Dor

2.1. Neurofisiologia da dor

                        2.1.1. Tipos de fibras

2.1.2. mecanismos próprios de deflagração

2.1.3. transmissão

2.1.4. conscientização

2.1.5. interpretação álgica

2.2. A psicologia e a dor

2.3. O controle da dor durante a terapia endodôntica 

3. Urgências em dentes portadores de polpa viva  

3.1. pulpites

            3.1. pericementite

4. Urgências em dentes portadores de polpa morta

4.1. abscesso agudo

4.2. pericementite

 

Unidade: Tratamento de Perfurações (14)

1. Considerações Gerais

1.1. Classificação

1.2. Etiololgia

1.3. Diagnóstico

1.4. Problemática

2. Localização das perfurações

2.1. terço cervical

2.2. terço médio

2.3. terço apical

2.4. furca

3. Tratamento propriamente dito

3.1 Materiais mais utilizados nos tratamentos das perfurações

3.1.1. Hidróxido de Cálcio

3.1.2. Cimentos

3.1.3. Iodofórmio

3.1.4. MTA

I. Composição

II. Indicações

III. Pesquisas

a.      Publicações

b.      Casos Clínicos

IV. Técnica

3.2. Proservação e Prognóstico

 

Unidade: Tratamento de Dentes Decíduos e Permanentes Jovens (15)

1. A problemática da rizogênese incompleta

2. Tratamento de dentes com vitalidade pulpar

2.1. capeamento pulpar direta

2.2. capeamento pulpar indireto

2.3. pulpotomia

2.4. escolha de revestimento biológico

2.5. falhas no tratamento conservador

3. Tratamento de dentes sem vitalidade pulpar

3.1. considerações em torno da patologia apical

3.2. apicificação

3.3. opções de medicação intracanal

3.4 obturação do canal

3.4.1. escolha do material obturador

3.4.2. preparo e inserção do material obturador

4. O controle do tratamento realizado

 

Unidade: Aspectos Microbiológicos do Biofilme Dental (16)

1.   Aspectos Microbiológicos

1.1. Microbiota dos canais

1.2. Biofilme periapical

            1.3. Cárie dental

1.3.1. Invasão dos túbulos

1.4. Elementos da microbiota bucal

1.4.1. Fatores que controlam os agentes da microbiota bucal responsável pelas infecções endodônticas

2. Correlação flora bacteriana X sinais e sintomas

3. Papel da reação imune na geração e desenvolvimento das lesões periapicais

 

Unidade: Radiologia Aplicada a Endodontia (17)

1. Anatomia radiográfica

1.1. Mandibular

1.2. Maxilar

1.3. Dental

1.4. Periodontal

1.5. Anomalias

                        1.5.1. Fisiológicas

                                   I. Forma

                                   II. Formação

            Patológicas

I.                    Cistos

II.                 Abcessos

III.               Granulomas

2.   Radiação ionizante

2.1. Efeitos biológicos

2.2. Normas de proteção

2.3. Filmes utilizados  

2.4. Técnicas de processamento

3.   Técnicas radiográficas utilizadas em endodontia

3.1. Paralelismo

3.2. Bissetriz

            3.2.1. Cêntrica

            3.2.2 Excêntrica

3.3. Paralaxe

3.4. Le Master

4. Radiologia Digital

            4.1. Técnica

            4.2. Vantagens

            4.3. Aspectos Legais

 

Unidade: Medicação Sistêmica (18)

1. Considerações Gerais

1.1. Transporte

1.2. Absorção

1.3. Distribuição

1.4. Vias de Administração

1.5. Receituários

            1.5.1. Tipo A

            1.5.2. Tipo B

            1.5.3. Tipo C

            1.6. Tipos comercializados

                        1.6.1. Comercial

                        1.6.2. Genéricos

                        1.6.3. Similares

                        1.6.4. Manipulados

2. Grupos Famacológicos

2.1. Ansiolíticos

2.2. Analgésicos

2.2.1. Tipos

I. Opiáceos ou Hipnoanalgésicos

II. Antipiréticos

                        2.2.2. Indicações

                        2.2.3. Mecanismo de Ação

2.3. Antiinflamatórios

                        2.3.1. Tipos              

I. Esteroidais ou Corticóides

                                    II. não Esteroidais (DAINEs)

                                    III. COXIBs              

2.3.2. Indicações

                        2.3.3. Mecanismos de ação

2.3.4. Pacientes com problemas gástricos

            2.4. Antibióticos

2.4.1. Tipos              

I. Beta-lactâmicos

                                    II. Aminoglicosídeos

                                    III. Macrolídeos

                                    IV. Clindamicina

                                    V. Quilomonas

                                    VI. Metronidazol

                                   VII. Tetracicilnas

                                   VIII. Polimixina B

2.4.2. Indicações

2.4.3. Mecanismo de ação

2.4.4. Considerações terapêuticas sobre os principais antibióticos

                        2.4.5. Antibioticoterapia Profilática

3. Interações medicamentosas

4. A arte de receitar nos diferentes quadros da clínica endodôntica

5. Limites de prescrição odontológica

6. Métodos eficazes da adoção de medicamentos nas emergências endodônticas

 

Unidade: Situações de Emergência no Consultório (19)

1. Considerações Gerais

2. Emergência X Urgência

3. Principais Ocorrências

3.1. Choque anafilático

3.2. Lipotimia e Síncope

3.3. Crise Hipertensiva

3.4. Hemorragias

3.5. Deglutição de corpo estranho

3.6. Parada Cardíaca

3.7. Hiperglicemia e Hipoglicemia

3.8. Outros

4. Primeiros Socorros

 

Unidade: Endodontia em Pacientes Especiais (20)

1. Considerações Gerais

2. Pacientes Especiais

2.1. Diabéticos

2.2. Cardiopatas

2.3. Hemofílicos

2.4. Hipertensos

2.5. Pacientes portadores de distúrbios neurológicos

2.6. Nefropatas

2.7. Transplantados

2.8. Imunodeprimidos e Imunossuprimidos

2.9. Gestantes

2.10. Outros

3. Interação de drogas

 

Unidade: Patologia Básica Aplicada às Doenças da Boca (21)

1. Enfermidades metabólicas que afetam os ossos e os dentes

2. Enfermidades que afetam tecidos moles da boca

3. Anomalias e malformações

4. semiologia

6.1.exame clínico bucal

6.2. exames complementares

6.3. prognóstico e plano de tratamento

5. semiologia das manifestações bucais das doenças infecciosas e hematopoiéticas dos 6. distúrbios endócrinos e nutricionais hormonais

7. semiologia das glândulas salivares

 

Unidade: Embriologia e Histofisiologia da Polpa (22)

1. Anatomia

1.1. aspectos gerais

1.2. polpa coronária

1.3. polpa radicular

1.4. forame apical

1.5. canais acessórios

2. Características Estruturais

2.1. subst. intercelular

2.2. fibras

2.3. cels.mesenquimais indiferenciadas

2.4. odontoblastos

2.5. vasos linfáticos

2.6. nervos

2.7. terminações nervosas

3. Funções

3.1. indutora

3.2. formadora

3.3. nutriente

3.4. protetora

3.5. reparadora ou defensora

4. Órgãos pulpares temporários e permanentes

5. Alterações

5.1. mortificações celulares

5.2. fibrose

5.3. cálculos pulpares e dentículos

5.4. calcificações difusas

 

Unidade: Histologia e Patologia dos Tecidos Duros dos Dentes (23)

1. Desenvolvimento e crescimento dos dentes

1.1. Esmalte

1.2. Dentina

1.3. Polpa

1.4. Cemento

1.5. Ligamento Periodontal

2. Patologia dos Tecidos duros de dente

 

Unidade: Interação Endodôntico-Periodontal (24)

1. Classificação

2. Enfermidade Periodontal

3. Considerações anatômicas da interrelação da Endodontia e Periodontia

4. Efeitos da inflamação pulpar sobre o periodonto

5. Efeitos da inflamação pulpar sobre a polpa

6. Considerações em torno do diagnóstico das lesões endodôntico-periodontais: estabelecimento da sistemática

7. Condutas terapêutica no envolvimento endodôntico-periodontal

8. Etiologia das Lesões Endo-Perio

9. Aspectos Radiográficos

10. Aspectos Clínicos

11. Estudo da permeabilidade dentinária radicular e cementária na normalidade e no envolvimento endodôntico

12. Análise crítica das alterações pulpares inflamatórias e degenerativas possivelmente relacionadas com patologia periodontal

13. Variáveis iatrogênicas relacionadas ao tratamento endodôntico e periodontal manifestando-se no periodonto e na polpa, respectivamente

14. Relação da bolsa infra-óssea com áreas radiolúcidas periapicais: problemática de diagnóstico, terapia e controle.

15. Prognósticos

 

Unidade: Ética e Legislação Odontológica (25)

  1. Odontologia Legal

1.1. Conceito

1.2. Histórico

1.3. Importância

1.3.1. Clínica Geral

1.3.2. Especialidade

2. Legislação atual

3. Função das Entidades de classe

4. O profissional e os cuidados em seu consultório

5. Contrato Odontológico

6. Aspectos da concordância consciente sob o ponto de vista ético-legal: critérios para a sua adoção

7. Lei do Consumidor

8. Considerações sobre a responsabilidade profissional civil do cirurgião-dentista

9. Higiene e segurança no trabalho do profissional

10. A documentação endodôntica

10.1. Importância no aprendizado e durante o tratamento

10.2. Implicações civis e criminais: critérios para adoção de uma ficha para a especialidade

11. Processos e Leis

12. Aspectos éticos-legais do segredo profissional

13. O significado ético-legal do insucesso endodôntico

 

Unidade: Metodologia do Trabalho Científico (26)

1. Elementos técnicos da pesquisa:

1.1. Projeto de pesquisa

1.2. Técnicas básicas de organização de pesquisa

1.3. Redação

1.4. Tipo de pesquisa e pesquisador

2. Considerações preliminares sobre o método

3. Método e estratégia de investigação

4. Método, Cultura e Teoria

5. Concepções metodológicas

5.1. Objetivismo

5.2. Fenomenologia

6. Método em Ciência

7. Conceito atual das pesquisas laboratoriais em endodontia: metodologia do trabalho

8. Planejamento de pesquisa

8.1. Teste piloto

8.2. Relatório

09. Bioestatística



<<voltar